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Um terço da indústria brasileira usa mais de dez técnicas de produção enxuta, informa CNI

Pesquisa mostra que há espaço para ampliar a utilização das melhores práticas de gestão nos processos produtivos. Isso é decisivo para aumentar a produtividade e a competitividade das empresas

 

A indústria brasileira pode avançar no uso das técnicas de produção enxuta, que são decisivas para melhorar a gestão, reduzir desperdícios e aumentar a produtividade. Atualmente, um terço (34%) utilizam de 10 a 15 ferramentas da manufatura enxuta. Outras 39% usam de quatro a nove técnicas. Mas, quase um terço (27%) aplicam até três das 15 principais técnicas de manufatura enxuta. Dessas, 8% não utilizam nenhuma das ferramentas e 19% aplicam de uma a três técnicas. As informações são da Sondagem Especial Manufatura Enxuta na Indústria de Transformação Brasileira.

Elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a pesquisa ouviu 2.338 indústrias de transformação em todo o país, das quais 913 são pequenas, 883 são médias e 542 são de grande porte, para identificar a adesão das empresas à 15 técnicas de produção enxuta. “Diante do desafio da Indústria 4.0, a melhoria da gestão nas empresas se torna ainda mais relevante, pois é essencial eliminar perdas e enxugar processos”, afirma Samantha Cunha, economista da CNI responsável pela sondagem.

O levantamento mostra que a falta de conhecimento das técnicas, o alto custo de implantação e a falta de trabalhadores qualificados são os principais obstáculos para a implementação da manufatura enxuta na indústria. Também conhecida como Sistema Toyota de Produção, a manufatura enxuta abrange as melhores práticas de gestão aplicadas em processos produtivos em todo o mundo.

Conforme a pesquisa, poucas indústrias usam as técnicas de manufatura enxuta em todos os processos da empresa. Nesse caso, o percentual de indústrias de transformação que empregam 10 ou mais técnicas cai de 34% para 9%. E o das que usam até três técnicas sobe de 27% para 61%, sendo que 33% não empregam nenhuma técnica.

O levantamento mostra ainda que as pequenas indústrias são as que menos usam as técnicas de manufatura enxuta. Quase metade (49%) das empresas de pequeno porte utilizam até três técnicas. Esse percentual cai para 14% entre as grandes empresas. Apenas 13% das pequenas indústrias usam dez ou mais técnicas, número que sobe para 50% entre as empresas de grande porte.

 

“Os resultados mostram a importância da continuidade do programa Brasil Mais Produtivo, uma parceria do governo federal com o SENAI, que já atendeu 3 mil empresas e resultou em ganho médio de produtividade de 52%”, afirma o gerente-executivo de pesquisas da CNI, Renato da Fonseca.

 

INTENSIDADE TECNOLÓGICA – O uso das ferramentas e técnicas de manufatura enxuta é maior nos setores de média-alta intensidade tecnológica. Na indústria de veículos automotores, 69% das empresas entrevistadas aplicam de 10 a 15 técnicas. No setor de equipamentos de informática e produtos eletrônicos, o percentual é de 50%. Entre as indústrias de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, 48% das empresas utilizam de 10 a 15 ferramentas.

“Esses setores têm em comum processos produtivos caracterizados pela descontinuidade, ou seja, divididos em diferentes etapas, como fabricação, usinagem, montagem, etc. Com a maior pulverização da produção, a atenção dada pela empresa à gestão tende a aumentar”, observa a pesquisa. Nos setores de média-baixa intensidade tecnológica, o número de empresas que usam de 10 ou mais técnicas fica próximo de 20%. Alcança 19% no setor de alimentos, 15% na área de biocombustíveis e 12% entre as indústrias de produtos de madeira.

No ano passado, as duas técnicas mais utilizadas pela indústria brasileira foram o Trabalho Padronizado, citado por 81% das empresas, e o Programa 5 S, mencionado por 74% dos entrevistados. As duas ferramentas ajudam a eliminar perdas por movimentos desnecessários e por espera. Em seguida, com cerca de 60% das respostas, aparece a Gestão Visual e o Mapeamento do Fluxo de Valor, técnicas de comunicação visual que auxiliam a gestão. A técnica Kaizen, citada por 56% das empresas, que aparece em quarto lugar, busca a melhoria contínua dos processos e a eliminação de perdas.

Na prática, as empresas aplicam técnicas de manufatura enxuta para reduzir as perdas e aumentar a produtividade. Em primeiro lugar na lista dos motivos, com 63% das assinalações das empresas que usam pelo menos uma das técnicas, aparece o combate ao desperdício, dos defeitos e do retrabalho. Em segundo lugar, com 59% das respostas, os empresários citam o aumento da produtividade. Em terceiro lugar, com 44% das menções, está o aumento da qualidade dos produtos e serviços.

Além disso, os empresários também citaram a melhoria da segurança e da ergonomia do trabalhador (17%), a estabilidade do processo produtivo (17%) e o aumento da flexibilidade da produção (12%), como fatores que levaram ao uso das técnicas de manufatura enxuta.

Representação visual, que auxilia na identificação de perdas nos fluxos de materiais, pessoas e informações.

Cinco conceitos para melhorar o ambiente de trabalho (sensos de: utilização; organização; limpeza; padronização e disciplina).

Busca a melhoria contínua dos processos e a eliminação de perdas.

Padronização de atividades ou procedimentos dos trabalhadores, contribuindo para eliminar as perdas por movimentos desnecessários e por esperaento.

Nivelamento do tipo e da quantidade de produção dentro de um período determinado, contribuindo para reduzir estoques de matéria prima e de produtos acabados.

Empregado para “puxar” a produção a partir da demanda do mercado, contribuindo para eliminar perdas por superprodução e por transporte em excesso.

Visa reduzir o tempo de setup (tempo de preparação das máquinas), contribuindo para a redução de estoques e o aumento da flexibilidade da produção.

Ferramenta gráfica que auxilia a distribuição de carga de trabalho entre os operadores em uma linha de produção, com base no takt time (isto é, a produção acompanha a demanda)

Mudança de layout para, por exemplo, eliminar perdas por movimentação interna de materiais.

Técnica de comunicação visual que permite, por exemplo, comunicar procedimentos de trabalho padrão e indicadores de desempenho.

Abordagem moderna de gestão da manutenção das máquinas, busca garantir que operem em boas condições, evitando as paradas por quebras.

Indicador usado para monitorar a eficiência do sistema produtivo, em especial, dos equipamentos. O aumento da OEE significa aumento da capacidade da fábrica.

Busca garantir a qualidade de produtos e processos, contribuindo para reduzir as perdas por fabricação de produtos defeituosos.

Ferramenta visual que permite investigar um problema e definir ações para solucioná-lo.

Ferramenta para auxiliar a resolução de problemas de maneira profunda e sistemática, que consiste em perguntar o porquê do problema cinco vezes.

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Novo mercado de trabalho cobra habilidades além das técnicas

Com as constantes transformações ocorrendo no mercado de trabalho, a capacidade de adaptação é um ponto que deve ser desenvolvido pelos profissionais, além da multidisciplinaridade.

É aí que entram as soft skills. E se você nunca ouviu falar delas, a gente te conta aqui e agora.

Essas não são habilidades técnicas, mas sim atributos pessoais que ajudam os profissionais a lidarem com as situações presentes em seu dia a dia e a aprimorar suas interações com o restante da equipe em que estão inseridos. O termo vem sendo utilizado desde 2016, após uma reunião do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, onde empresários e líderes mundiais se reuniram para discutir o futuro da economia e dos negócios: a Indústria 4.0.

A 4ª Revolução pela qual passa o setor industrial, transforma não apenas o ambiente de empresas, mas o mercado de trabalho como um todo, com um verdadeiro repaginamento no perfil profissional: o último Fórum Econômico Mundial apontou que, em cinco anos, 35% das competências que são consideradas importantes na força de trabalho vão mudar.

E o que esperar do futuro do trabalho?

O relatório do Fórum Econômico Mundial, batizado de “The Future of Jobs and Skills”, aponta que quem quer conquistar espaço nas novas indústrias deverá desenvolver novas habilidades que vão possibilitar o trabalho em funções mais complexas e criativas.

Isso porque, as tarefas braçais passam a serem executadas por máquinas e o colaborador assume um campo mais estratégico, no campo das ideias e do acompanhamento desses trabalhos.

“Durante muitos anos, o mercado se preocupou apenas nas habilidades técnicas, aquelas em que que o profissional precisa para exercer sua função dentro da indústria. No entanto, devido a modernização dos processos, a complexidade de ações e integração com diversas áreas tecnológicas, as indústrias passaram a atentar para as habilidades interpessoais, como a capacidade de resolver problemas complexos, a comunicação eficaz, o trabalho em equipe, a gestão do tempo, a criatividade e a inovação”, explica o engenheiro da Diretoria de Educação do Sesi/Senai, Erick Thadeu.

Com essas transformações já em curso, as instituições de ensino, do básico ao profissionalizante, passam a assumir o papel de orientar os alunos para essas mudanças, ajudando a identificar suas habilidades e desenvolverem as competências que lhes serão exigidas na vida adulta. Lembrando sempre de que são características que podem ser melhoradas e desenvolvidas ao longo do tempo.

“O Senai no Espírito Santo está atento à evolução das necessidades da indústria. Com isso, passou a utilizar a metodologia por competências para desenvolver conhecimento, habilidades e atitudes em seus alunos, em todos os cursos ofertados nas Unidades de Ensino, trazendo em nossos Planos de Cursos orientações para que sejam ministradas as principais soft skills relacionadas às funções de cada profissional na indústria”, afirma.

Para se adequar ainda mais às demandas da Indústria 4.0, o Senai-ES fechou uma parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) para a realização de um estudo sobre a maturidade da indústria capixaba nos quesitos da 4ª Revolução Industrial e o modelo de evolução que deve ser adotado. A pesquisa “Adoção de tecnologias da manufatura avançada por pequenas e médias empresas – meios e diretrizes para a migração para a Indústria 4.0” tem como objetivo estudar essa nova Industrialização e os impactos sobre a competitividade das empresas capixabas, principalmente as de pequeno e médio portes. Ela traça um paralelo entre as fábricas capixabas e alemãs. Com o resultado do estudo, serão definidos caminhos para as empresas capixabas.

Abaixo, destacamos as principais soft skills exigidas pelo novo mercado de trabalho.

– Multidisciplinar

O novo mercado de trabalho vai exigir do profissional que ele esteja aberto a conhecer novas áreas além da sua formação, estar sempre disposto a aprender

– Colaborador

Manter um bom relacionamento, ser proativo e oferecer ajuda aos colegas de trabalho é um requisito para o profissional da Indústria 4.0

– Idiomas

A Indústria 4.0 funciona de maneira global. Por isso é fundamental conhecer outros idiomas, especialmente o inglês

– Senso crítico

A Indústria 4.0 exige senso crítico do profissional para saber aplicar os dados fornecidos por aplicativos e softwares, otimizando ainda mais os processos

– Flexibilidade

A capacidade de adaptação será ainda mais valorizada na cultura da manufatura avançada. Esteja disposto a trabalhar em turnos diferentes, mudar de área dentro da empresa e demonstre proatividade

Por Fiorella Gomes

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senai abre 200 vagas

Artigo: 67 anos contribuindo para elevar a competitividade da Indústria Capixaba

O mundo está passando pela chamada 4º Revolução Industrial, o que mudará o processo produtivo das indústrias. Essa alteração será percebida, principalmente, no mercado de trabalho.

O avanço da tecnologia vem ditando novos hábitos na sociedade moderna. E isso inclui novas práticas no meio empresarial e nos processos produtivos. E é desse novo contexto que surge a Indústria 4.0: um modelo mais inteligente e antenado com os anseios de seus clientes, que une a tecnologia em prol de processos mais enxutos, mais certeiros e produtos com a cara do consumidor final.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) estima que setores irão sofrer grandes impactos com as novas tecnologias introduzidas pela 4ª Revolução Industrial. De acordo com a Fórum Econômico Mundial, a previsão é de que, nos próximos quatro anos, as inovações tecnológicas sejam responsáveis pela criação de 133 milhões de novos postos de trabalho.

No dia 25 de março, o Senai completa 67 anos de atividades no Espírito Santo, com uma trajetória de ações em educação profissional, formando cidadãos e atendendo às principais demandas da indústria capixaba.

Nesses 67 anos, 1,5 milhão de pessoas foram matriculadas no Senai-ES e tiveram acesso à educação profissional. Atualmente, são oferecidos 33 cursos na aprendizagem industrial, 16 cursos técnicos de nível médio, 59 cursos de qualificação profissional, 100 cursos de aperfeiçoamento profissional e 24 cursos de iniciação.

Além disso, o Senai-ES conta com 10 unidades operacionais e 14 unidades móveis, que oferecem oportunidade para pessoas que não conseguiriam se qualificar, por residirem em localidades onde não há unidades fixas do Senai. As unidades móveis, juntas, já realizaram mais de 80 mil atendimentos.

Com o novo mercado de trabalho que se desenha, o Senai reformulou ainda toda a grade curricular dos seus cursos a fim de atender as demandas da Quarta Revolução Industrial. Desta forma, os alunos da instituição conseguirão desenvolver as principais competências exigidas para o profissional do futuro: inovação, produtividade e indústria 4.0.

Mas além de cursos nas mais diversas áreas do conhecimento, a instituição dispõe também de serviços técnicos e tecnológicos como consultorias, ensaios laboratoriais e disseminação da informação técnica para a indústria capixaba que se distinguem pela qualidade e eficiência, buscando promover a inovação, em todos os seus aspectos.

Neste caminho, o Senai continua atuando como o braço da indústria na busca contínua de aumentar sua competitividade.

* Mateus de Freitas superintendente do Sesi-ES e diretor Regional do Senai-ES

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Ex-alunos do Senai participam de reality show da TV Vitória

Tem ex-aluno Senai na telinha!

Estreou na última semana, na TV Vitória/Record TV o reality show “Mais Doce”, que conta com a participação de dois ex-alunos de cursos de curta duração do Senai-ES: a confeiteira Sara Silva Graciano e o confeiteiro Jaciel Britz.

Eles integram um time de 10 pessoas que competem pelo título de Confeiteiro Mais Doce do Espírito Santo. Os dois foram alunos dos cursos de curta duração do Senai, ministrados pelo instrutor Anderson Cordeiro.

Sara e Jaciel concorreram com mais de mil pessoas para que pudessem estar agora na telinha do capixaba demonstrando o conhecimento adquirido. Os dois bateram um papo com a gente e contaram um pouquinho da trajetória deles e como o Senai ajudou na conquista de uma profissão e uma colocação no mercado de trabalho.

Conheça a história dos nossos competidores e torça!

Sara Silva Graciano

Sara tem 25 anos e é moradora da Serra. Ela estudou na Unidade Móvel do Senai em 2017, onde fez o curso de Confeiteiro. Foi uma época em que ficou desempregada e aproveitou a oportunidade de fazer o curso.

“Temos uma fase na vida que precisamos recomeçar e, para mim, isso aconteceu na área profissional. Foi tudo do zero e tudo para mim era novidade. Foi um período de muito aprendizado e de novas descobertas, literalmente. Era um ramo que eu nunca havia trabalhado, nunca tinha feito doce na minha vida, nem um brigadeiro. No Senai, aprendi tudo do zero”, relembra.

O curso lhe trouxe não apenas uma paixão, mas também uma fonte de renda.

“Hoje eu vivo de bolos, doces e meus casadinhos. É uma porta que Deus abriu para me ajudar. Por meio desse curso, obtive minha renda e trago o pão de cada dia para minha casa”, destacou Sara.

A confeiteira e dona de casa ficou sabendo do reality Mais Doce por meio de uma amiga.

“Ela me ligou e disse para me inscrever e eu logo falei: ‘eu não vou ser sorteada, não. Essas coisas são muito difíceis’”.

Mas a amiga insistiu e, então, a sorte bateu na porta dela. “Fui selecionada e está sendo uma experiência incrível, independente de ganhar ou perder, está sendo uma experiência muito válida”, concluiu.

Jaciel Britz

Morador de Cariacica, Jaciel, 34 anos, fez o curso de padeiro em uma parceria do Senai com o Sindipães, há 10 anos. E, de lá para cá, buscou novas qualificações. Ele relembra essa trajetória.

“Esse curso me ajudou muito. Eu comecei limpando lata na padaria, fazendo faxina. Naquela época, era muito difícil o padeiro querer ensinar um ajudante. Então, eu conversei com o patrão e, em parceria com o Sindipães, tive a oportunidade para fazer esse curso”, contou.

O aprendizado que teve no Senai, Jaciel não se esquece e leva sempre consigo.

“Eu aprendi porcentagem, a desenvolver receitas, criar receitas, balancear. Aprendi funções de cada elemento da receita, a finalidade do trigo, da margarina, dos ovos, do açúcar, do leite em pó, da água, do gelo. Os tipos de maceda, para o que servem. Ferramentas, utensílios, armários, os fornos. Tudo isso me deu uma ampla visão da profissão e ajudou a me capacitar e crescer no ramo”, relembrou.

Foi uma prima que o avisou sobre o reality show da TV Vitória. “Resolvi participar para aprender um pouco mais, aprender a trabalhar sobre pressão, trabalhar em equipe, conhecer coisas novas. Neste programa, todo dia nos aprimoramos, nos aperfeiçoamos. Está sendo algo muito diferente para mim. A gente sai um pouco da zona de conforto e procuramos nos qualificar mais ainda”, ressaltou Jaciel.

Sobre o reality

O reality show Mais Doce vai ao ar na TV Vitória aos sábados, às 14 horas. O programa conta com desafios eliminatórios, fases de duelos, provas realizadas em grupo e valorização da culinária regional, sob o comando do Chef Alessandro Eller.

Ao todo o programa conta com 10 participantes. A cada semana um novo desafio tira um dos participantes do show culinário. Ao longo de 08 episódios, o reality vai mostrar os candidatos preparando sobremesas, bolos caseiros, bolos confeitados e muito mais. Os participantes serão julgados por dois jurados.

Por Fiorella Gomes

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Senai-ES: 66 anos mudando vidas e construindo uma indústria mais inovadora

O Senai está em festa!

Hoje completamos 66 anos de muita história no Espírito Santo. E, nessas quase sete décadas, reafirmamos nosso compromisso com a Educação Profissional de Excelência e com o incentivo a uma indústria capixaba mais inovadora, produtiva e competitiva.

“Nesses 66 anos, temos trabalhado muito forte na educação profissional, formação de mão de obra, em especial nível técnico e qualificação. Em 2018, foram realizadas mais de 19 mil matrículas em todas as modalidades de ensino que ofertamos presencial ou à distância”, afirmou o diretor regional do Senai, Mateus de Freitas. “É importante destacar que o aluno que passa pelo Senai já larga com um grande diferencial para o mercado. A pesquisa de egressos mostra que 95% das empresas preferem profissionais formados pelo Senai e 50% dos alunos terminam o curso empregados. Além disso, os profissionais que fazem cursos técnicos aumentam, em média, sua renda em 18%”, apontou.

Durante esses anos, 1,5 milhões se matricularam em nossas unidades. E, atualmente, oferecemos 33 cursos na aprendizagem industrial, 16 cursos técnicos de nível médio, 59 cursos de qualificação profissional, 100 cursos de aperfeiçoamento profissional e 24 cursos de iniciação profissional. Segundo Mateus, para 2019, espera-se um crescimento global de 30% em Educação.

“Nos cursos que oferecemos dentro do Senai, além de manter e de atualizar os atuais empregados da indústria, geramos oportunidade para quem não está ativo no mercado de trabalho. Para isso, reformulamos o nosso portfólio de cursos, inserindo conceitos da Indústria 4.0 e conhecimentos das ferramentas de Lean Manufacturing”, explica Mateus.

Estamos presentes de norte a sul do Estado, seja pelas nossas 10 unidades fixas, seja pelas 14 unidades móveis, que oferecem oportunidade para pessoas que não conseguiriam se qualificar, por residirem em localidades onde não há unidades fixas do Senai. As unidades móveis, juntas, já realizaram mais de 80 mil atendimentos.

Todo esse trabalho tem transformado vidas

 

Ouvimos alguns de nossos alunos, ex-alunos e instrutores que nos contaram a diferença que fizemos em sua carreira profissional.

“O Senai me ajudou a traçar o caminho que percorro hoje”

Estefânia entre a instrutora Janine Gomes e a colega Karina - Foto: Carlos Moura/CNI.

Estefânia Aparecida Silva, 28 anos, é nossa aluna egressa do curso técnico de Edificações e é destaque.

No ano passado, um trabalho desenvolvido por ela e a amiga Karina Correa dos Santos, a Ilha Ambiental, ficou em segundo lugar na etapa nacional da Mostra Inova, dentro da Olimpíada do Conhecimento.

Para ela, estudar conosco representou uma “oportunidade de conhecimento de qualidade”. Ela destaca a preparação que fazemos dos nossos alunos tanto para a teoria quanto para a prática, e como ajudamos na inserção deles nesse mercado de trabalho competitivo.

Escute o depoimento!

Ela ainda destaca o fato do Senai sempre inovar na forma de capacitar nossos alunos para o mercado de trabalho.

“Eu gero mudança na vida dos meus alunos”

O instrutor Bruno Bon no primeiro dia de aula com a 1° Turma de Ceramista da Roca

Somos um diferencial também para quem dedica os seus dias a ensinar, transmitir conhecimento e compartilhar experiências. Exercício que nossos instrutores executam muito bem.

Bruno Bom Alves Nunes, 30 anos é instrutor de Educação Profissional no Senai Civit. A arte de ensinar, para ele, é um desafio diário em busca do aperfeiçoamento profissional e pessoal.

“Tive a oportunidade de crescer, de aprender e amadurecer em todos os sentidos, desde os treinamentos que eu tive pelo Senai até estar em sala de aula com os alunos”, contou.

Confira o áudio.

O instrutor destaca também a geração de valor do Senai para a comunidade onde estamos presentes.

“Fonte de conhecimento”

Maryellen Sousa da Silva, tem 18 anos e está no último ano do curso técnico em Eletrotécnica no Senai Civit. Foi durante o curso que ela conseguiu se encontrar profissionalmente e decidiu-se por fazer, posteriormente, o curso de Engenharia Elétrica. Além do conhecimento adquirido, a estudante destaca o acesso a nossa infraestrutura inovadora à um preço acessível à população. Ouça!

“Valores imensuráveis”

Entre os cursos oferecemos está a Aprendizagem Industrial, que funciona em conjunto com as nossas indústrias parceiras. É um primeiro passo para adolescentes e jovens terem acesso ao primeiro emprego e os cursos são gratuito. Átila, de 17 anos, é aluno da aprendizagem no curso de ceramista de louça sanitária. Ele afirma que é uma pessoa diferente de quando começou no Senai.

Confira o depoimento!

“Outros horizontes”

A instrutora do curso de Edificações, Janine Gomes Silva, é arquiteta e mestre em Engenharia Civil e se dedica também a pesquisa e inovação

Arquiteta e mestre em Engenharia Civil, Janine Gomes da Silva é instrutora do Senai. Atuante na área de pesquisa e inovação, ela afirma que estar no Senai abriu seus horizontes, sobretudo na forma de ensinar e também aprender.

Trabalhando para inovar a Indústria Capixaba

Nós também trabalhamos para que a indústria capixaba se insira nesse novo contexto mundial: a Indústria 4.0. Para isso, desenvolvemos serviços de inovação e tecnologia no ano de 2018, que tiveram um aumento de 346% referente ao número de atendimentos realizados à indústria, contabilizando aproximadamente 20 mil horas de atendimento em consultoria e inovação.

Um aumento possível graças aos números dos programas Brasil Mais Produtivo e Espírito Santo Mais Produtivo, que juntos atenderam 177 empresas proporcionando o aumento médio de 91% da produtividade nos processos avaliados.

Em 2019, será inaugurado o FindesLab, um ambiente de inovação para desenvolver e acelerar startups, negócios inovadores e atender demandas de projetos para indústria. O FindesLab contará com uma estrutura para modelagem e prototipagem de ideias, a fim de transformá-las em projetos de inovação, de forma a contribuir com a captação de fomentos para financiar o desenvolvimento de produtos, processos e negócios inovadores.

Neste caminho, o Senai continua atuando como o braço da indústria na busca contínua de aumentar sua competitividade.

Por Fiorella Gomes

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Acqua Garden: Projeto apresentado no Inova Senai é comercializado em Aracruz

Ex-aluno da instituição desenvolveu um projeto autossustentável de cultivo de plantas e peixes

 

Calebe Oliveira Silva tem apenas 19 anos, mas já é um empreendedor. Ex-aluno do Sesi e do Senai, na modalidade Ebep, que integra as aulas regulares do Ensino Médio às aulas do Curso Técnico, ele está, junto com o sócio, à frente da Startup Ser. E foi justamente durante a Mostra Inova Senai que ele apresentou o projeto do Acqua Garden, uma espécie de aquário com simbiose entre peixes e plantas.

O funcionamento se dá por meio de um ciclo de trocas entre ambos. Após alcançar o equilíbrio – o que leva cerca de um mês, basta alimentar os peixes para que eles e as plantas fiquem saudáveis. “Nós alimentamos os peixes, que excretam na água, fornecendo nutrientes para as plantas, que, por sua vez, purificam o ambiente aquático”, detalha Calebe.

O projeto foi um dos vencedores do Inova Senai em 2018 com o nome de Acquaponics Garden e recebeu um aporte financeiro inicial da instituição de ensino para prototipagem. “No início deste ano fizemos o primeiro produto comercializado, e mudamos o nome para aumentar o impacto na apresentação. Nas próximas semanas iremos lançar o Acqua Garden em parceria com uma grande floricultura de Aracruz”, explica.

Mesmo antes do lançamento para o grande público, o Acqua Garden já tem negociações de vendas para algumas residências e até mesmo para um hotel da região.

Apoio do Senai

Calebe, que hoje cursa o ensino superior em administração, considera o apoio e incentivo do Senai fundamental para o surgimento de sua startup. “Hoje nós temos em nossa startup tanto o Acqua Garden quanto a Soap Machine, uma máquina de sabão que também foi apresentada em edição anterior da Mostra Inova Senai. “O incentivo e orientação dos professores, além do apoio e aporte do Senai aos nossos projetos foi fundamental para iniciar a nossa empresa que, inclusive, contra com vários colaboradores que também estudaram no Senai.

Para conhecer o Acqua Garden: www.tecnologiaser.com

Por Elaine Maximiniano

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Senai lança programa de mentoria em Lean Manufacturing

Uma oportunidade para capacitar profissionais para a implementação da manufatura enxuta e modernização da indústria capixaba

 

Para ajudar as empresas a traçarem um caminho rumo à modernização, se ajustando a Quarta Revolução Industrial, o Senai lançou um novo programa, o “Mentoria Lean”. O objetivo é capacitar profissionais para atuarem com as ferramentas do Lean Manufacturing, ou a manufatura enxuta, que auxiliam na identificação e eliminação do desperdício durante o processo industrial.

Com a melhora da qualidade, redução do tempo e do custo de produção, as indústria ganham em produtividade e, consequentemente, competitividade.

“O programa vem diminuir a distância que há entre a indústria capixaba e as novidades tecnológicas trazidas pela Indústria 4.0, entre elas, a cultura do lean. Nesse programa, o Senai transfere o conhecimento em manufatura enxuta para as empresas, realizando ciclo de treinamentos e práticas individuais nas próprias empresas”, explica o coordenador de tecnologia e inovação do Instituto Senai de Tecnologia (IST), Alexandre Secolo Morgan.

O programa de Mentoria Lean tem uma duração de até três meses e é desenvolvido com grupos de 4 a 6 empresas. Ao todo, ele é formado por três etapas: diagnóstico do processo produtivo, com duração de 16h; execução no processo produtivo, com duração de 20h; e a entrega de resultados, com duração de 12 horas.

Segundo Alexandre, a mentoria é um produto diferenciado que capacita o profissional de uma empresa para implementar a cultura lean em seu ambiente de trabalho. “Na consultoria, o consultor propõe todo o trabalho e a empresa apenas absorve as melhorias que devem ser realizadas. Já na mentoria, o papel do consultor é ensinar a empresa a realizar esse trabalho, é a capacitação de um profissional. A empresa terá um colaborador com o conhecimento sobre as ferramentas do Lean Manufacturing”, observou.

O investimento em treinamento e qualificação do profissional é um ponto essencial para que uma empresa se torne mais competitiva. Hoje, 47% das empresas entendem que é importante capacitar o profissional, mas os investimentos nesse quesito é inferior a 2%. O Brasil ocupa o 62º lugar no ranking de investimentos em qualificação profissional.

O Mentoria Lean foi lançado nesta terça-feira (19) durante o Workshop Competitividade promovido pelo Instituto Senai de Tecnologia (IST), em Vitória. Interessados devem entrar em contato pelo e-mail ist@findes.org.br ou telefones 3334-5217 3334-5218.

– Conheça as etapas do Mentoria Lean:

Etapa 1 – Diagnóstico Do Processo Produtivo (16h)

– 8h de treinamento (Base Senai): lean game (8 desperdícios), Mapa de Fluxo de Valor (MFV) e Formação Equipe Kaizen
– 4h de mentoria para elaboração do MFV e identificação dos desperdícios
– 4h de suporte para conclusão do MFV (PDCA) (2h+2h)

Etapa 2 – Execução No Processo Produtividade (20h)

– 8h de Treinamento (Base Senai): lean game (7 ferramentas e MFV Futuro)
– 4h de mentoria para elaboração do Plano de Ação da Empresa e MFV – Futuro
– 8h de suporte para conclusão do Plano de Ação e intervenções (PDCA) (2h+2h+2h+2h)

Etapa 3 – Entrega dos Resultados (12h)

– 4h de Treinamento (Base Senai): indicadores e gestão à vista
– 4h de mentoria para formação de grupo Kaizen
– 4h de mentoria para implantação de gestão a vista

 

Por Fiorella Gomes

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Matrículas para cursos técnicos do Senai encerram nesta sexta-feira (15)

Últimos dias para se matricular em um curso técnico que te prepara para o mercado de trabalho do futuro. As matrículas do Senai vão até a próxima sexta-feira (15) com vagas em 15 áreas de conhecimento em todas as unidades do Estado. Trabalhadores de indústrias associadas ao Sistema Findes têm 20% de desconto.

Com o novo mercado de trabalho que se desenha, o Senai reformulou toda a grade curricular dos seus cursos a fim de atender as demandas da 4ª Revolução Industrial. Assim, os alunos da instituição conseguirão desenvolver as principais competências exigidas para o profissional do futuro: interpessoal, intrapessoal e cognitivo.

“O Senai vem fazendo uma análise minudente das tendências e impactos ocupacionais. Por conta da transformação para a Indústria 4.0, há uma tendência forte de substituição de atividades reprodutoras e seriadas para atividades de alto dinamismo com vistas a otimização de esforços e, para isso, fizemos uma atualização das nossas matrizes curriculares”, explica a diretora de Educação do Senai-ES, Priscilla Carneiro.

Essas competências fazem com que o novo perfil de profissional seja dotado de habilidades diferenciadas e preparado para ambientes de trabalho cada vez mais desafiadores, sendo mais abertos a mudanças, flexíveis para se adaptar às novas funções e habituados a uma aprendizagem multidisciplinar contínua.

“O objetivo é fazer com que os componentes curriculares com posicionamento de competências atualizadas, com foco na Indústria na 4.0, torne o perfil de saída dos nossos alunos adequado às demandas da indústria, além de atender às tecnologias habilitadoras”, concluiu Priscilla.

Cursos

Entre as opções de cursos estão:

Onde fazer:  o curso é oferecido no Senai Beira-Mar, em Vitória.

Carga horária: 1.360 horas

Turnos:  Noturno – 18h30 às 22h

Valor: mensalidades de 24 x R$ 450

total de R$ 10.800,00

Onde fazer:  o curso é oferecido no Senai Beira-Mar, em Vitória.

Carga horária: 1.360 horas

Turnos:  Matutino – 7h30 às 11h30

Vespertino – 13h30 às 17h30

Valor: mensalidades de 24 x R$ 390

total de R$ 9.360,00

Onde fazer:  o curso é oferecido nas unidades do Senai em Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Linhares, Serra e Vitória

Carga horária: 1.280 horas

Turnos:  Vespertino – 13h30 às 17h30
Noturno – 18h30 às 22h

Obs: Em algumas unidades o curso é oferecido apenas em turno noturno. A oferta de turno deve ser conferida na unidade escolhida pelo estudante

Valor: mensalidades de 24 x R$ 390

total de R$ 9.360,00

Onde fazer:  o curso é oferecido nas unidades do Senai em Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Linhares, Serra, Vila Velha e Vitória

Carga horária: 1.280 horas

Turnos:  Matutino – 7h30 às 11h30
                   Vespertino – 13h30 às 17h30
Noturno – 18h30 às 22h

Obs: Em algumas unidades o curso é oferecido apenas em turno noturno. A oferta de turno deve ser conferida na unidade escolhida pelo estudante

Valor: mensalidades de 24 x R$ 390

total de R$ 9.360,00

Onde fazer:  o curso é oferecido no Senai Vila Velha

Carga horária: 1.280 horas

Turnos:  Matutino – 7h30 às 11h30
Noturno – 18h30 às 22h

Valor: mensalidades de 24 x R$ 390

total de R$ 9.360,00

Onde fazer:  o curso é oferecido nas unidades do Senai Linhares e Vitória

Carga horária: 1.000 horas

Turnos:  Vespertino – 13h30 às 17h30
Noturno – 18h30 às 22h

Obs: Em algumas unidades o curso é oferecido apenas em turno noturno. A oferta de turno deve ser conferida na unidade escolhida pelo estudante

Valor: mensalidades de 18 x R$ 390

total de R$ 7.200,00

Onde fazer:  o curso é oferecido nas unidades do Senai em Cachoeiro de Itapemirim e Vitória.

Carga horária: 1.000 horas

Turnos:  Vespertino – 13h30 às 17h30
Noturno – 18h30 às 22h

Obs: Em algumas unidades o curso é oferecido apenas em turno noturno. A oferta de turno deve ser conferida na unidade escolhida pelo estudante

Valor: mensalidades de 18x R$ 350

total de R$ 6.300,00

Onde fazer:  o curso é oferecido no Senai Beira-Mar, em Vitória

Carga horária: 1.280 horas

Turnos:  Vespertino – 13h30 às 17h30
Noturno – 18h30 às 22h

Valor: mensalidades de 24 x R$ 350

total de R$ 8.400,00

Onde fazer:  o curso é oferecido nas unidades do Senai em Cachoeiro de Itapemirim e Serra.

Carga horária: 1.280 horas

Turnos:  Vespertino – 13h30 às 17h30

Noturno – 18h30 às 22h

Obs: Em algumas unidades o curso é oferecido apenas em turno noturno. A oferta de turno deve ser conferida na unidade escolhida pelo estudante

Valor: mensalidades de 24 x R$ 350

total de R$ 8.400,00

Onde fazer:  o curso é oferecido no Senai Serra.

Carga horária: 1.280 horas

Turnos:  Vespertino – 13h30 às 17h30

Valor: mensalidades de 24 x R$ 350

total de R$ 8.400,00

total de R$ 8.400,00

Onde fazer:  o curso é oferecido no Senai Vila Velha

Carga horária: 1.280 horas

Turnos:  Matutino – 7h30 às 11h30

Noturno – 18h30 às 22h

Valor: mensalidades de 24 x R$ 350

total de R$ R$ 8.400,00

Onde fazer:  o curso é oferecido no Senai Serra

Carga horária: 1.280 horas

Turnos:  Noturno – 18h30 às 22h

Valor: mensalidades de 24 x R$ 350

total de R$ 8.400,00

Onde fazer:  o curso é oferecido nas unidades de Colatina e Vila Velha

Carga horária: 1.280 horas

Turnos:  Noturno – 18h30 às 22h

Valor: mensalidades de 24 x R$ 320

total de R$ 7.680,00

Onde fazer:  o curso é oferecido nas unidades de Cachoeiro de Itapemirim e Colatina

Carga horária: 1.200 horas

Turnos:  Vespertino – 13h30 às 17h30

Noturno – 18h30 às 22h

Valor: mensalidades de 24 x R$ 320

total de R$ 7.680,00

Onde fazer:  o curso é oferecido nas unidades de Vila Velha

Carga horária: 960 horas

Turnos: Noturno – 18h30 às 22h

Valor: mensalidades de 18 x R$ 320

total de R$ 5.760,00

Saiba mais sobre os cursos técnicos do Senai-ES

Clique aqui e faça a sua pré-inscrição!

As oportunidades estão dividas entre as unidades de Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Linhares, Serra, Vila Velha e Vitória e estão disponibilizadas nos turnos matutino, vespertino e noturno.

Os interessados devem estar cursando a 2ª ou 3ª série do Ensino Médio ou comprovar a conclusão das atividades escolares. O candidato deve preencher o requerimento de matrícula e entregar os documentos na Secretaria das unidades do Senai. Para menores de 18 anos, é necessário o acompanhamento de um responsável, portando documento de identificação.

Informações podem ser obtidas nas unidades de ensino do Senai-ES de segunda a sexta-feira das 8h às 20h. Para mais informações acesse: senai-es.org.br/matriculas.

Por Fiorella Gomes

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Competitividade é tema de workshop do Instituto Senai de Tecnologia

Evento acontece na próxima terça-feira (19), às 19h, no Auditório do Senai Vitória e irá abordar a cultura da manufatura enxuta. Entrada é gratuita

O combate aos desperdícios que comprometam a capacidade de produção e a lucratividade é um fator essencial para quem quer se tornar mais competitivo. No dia 19 de março, a partir das 19 horas, o Instituto Senai de Tecnologia (IST)  apresenta o Workshop de Competitividade – “Você esta engajado para aumentar a competitividade da sua empresa?”, que acontece no Auditório do Senai Vitória.

Voltado para empresários, gestores de RH e responsáveis por produção em áreas industriais, o evento visa trabalhar a cultura do Lean Manufacturing – ou manufatura enxuta – um sistema de gestão focado na redução do desperdício com ganho também na qualidade.

Durante o evento, os participantes vão presenciar uma palestra interativa que abordará a importância de trabalhar a melhoria contínua dos processos de uma empresa, sempre atento à detalhes, assim como a relevância do engajamento dos colaboradores, para aumentar a competitividade do setor industrial. Também serão apresentados cases de empresas que implementaram a cultura do lean.

Interessados devem fazer a inscrição acessando o link: http://bit.ly/workshopcompetitividade. A entrada é gratuita.

Serviço

Workshop Competitividade – “Você esta engajado para aumentar a competitividade da sua empresa?”

Data do evento: 19/03
Horário: 19h
Local: Auditório do Senai Vitória
Inscrições: http://bit.ly/workshopcompetitividade
Entrada Gratuita

Por Fiorella Gomes

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Industria 4.0

Senai alavanca a Indústria 4.0 no Espírito Santo

A transformação digital traz enormes desafios às empresas, e a relevância dos impactos na dinâmica dos negócios é tamanha, que levou a Findes a elaborar o Plano de Desenvolvimento Estratégico da Indústria do Espírito Santo 2035, com o objetivo de dar sustentabilidade e reposicionar a indústria capixaba de forma competitiva, no cenário local, nacional e mundial. Parte desse trabalho resultou em uma ação pioneira: um estudo de maturidade das fábricas capixabas os quesitos da Indústria 4.0 e modelo de evolução, por meio de uma parceria firmada entre o Senai e a Ufes. Esse é um importante passo para alavancar a modernização do setor industrial no Espírito Santo.

A pesquisa “Adoção de tecnologias da manufatura avançada por pequenas e médias empresas – meios e diretrizes para a migração para a Indústria 4.0” tem como objetivo estudar essa nova industrialização e os impactos sobre a competitividade das empresas capixabas, principalmente as de pequeno e médio portes. O estudo é feito a partir de uma análise comparativa entre empresas capixabas e alemãs em relação ao nível de maturidade na Indústria 4.0

Segundo o superintendente do Sesi-ES e diretor Regional do Senai-ES, Mateus de Freitas, a intenção é apoiar a realização de estudos e pesquisas e outras atividades acadêmicas, de comum interesse, para desenvolvimento da indústria no Estado. “O foco será nas ações que ampliam a produtividade e a modernização das indústrias, proporcionando a geração de empregos e o desenvolvimento sustentável capixaba”, explicou.

Ufes e Senai foram buscar as informações diretamente com quem está fazendo a revolução na manufatura: o Instituto Fraunhofer, na Alemanha, a maior organização mundial de tecnologia industrial aplicada e um dos líderes da Indústria 4.0.

O resultado desse estudo irá definir os caminhos que as empresas capixabas devem seguir caso busquem a modernidade e atualização. O plano de trabalho do acordo prevê as seguintes entregas para o Senai:

  • Criação de modelo de avaliação da maturidade da indústria capixaba e brasileira acerca da incorporação de tecnologias da indústria 4.0;
  • Avaliação de maturidade piloto em empresas de 5 setores industriais do ES – 49 empresas já envolvidas (9 acima da meta do convênio);
  • Criação de novos produtos/serviços no portfólio do Senai ligados à temática Indústria 4.0 (treinamentos e consultorias tecnológicas);
  •  Treinamento de docentes e consultores do Senai nas competências do escopo Indústria 4.0 – previsão de alcançar 50 docentes/ consultores;
  •  Atualização e criação de disciplinas nos cursos de graduação e pós-graduação da Ufes;
  •  Elaboração de guias para a indústria capixaba na transição para o modelo 4.0.

FindesLab

A inovação tem sido a tônica dos trabalhos realizados pela Federação das Indústrias. Uma das iniciativas é o FindesLab, laboratório à serviço da inovação na indústria capixaba. O espaço conectará o Espírito Santo a uma rede nacional de inovação, com ambientes para ideação, prototipagem, desenvolvimento, negócios e conexões.

 

Por Cinthia Pimentel

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