Senai e Findes participam de evento de inclusão e defesa dos direitos das pessoas com deficiência
O Reconecta, Conferência e Exposição Estadual de Inclusão e Acessibilidade, apresenta sua segunda edição. O evento, que começou nesta quinta-feira (19) e segue até o próximo dia 22, no Boulevard Shopping Vila Velha, é organizado pelo Ministério Público do Trabalho no Espírito Santo (MPT-ES), em parceria com órgãos públicos, instituições, entidades, conselhos que atuam na defesa dos direitos das pessoas com deficiência e entes da iniciativa privada.
“O Reconecta é um importante programa do Ministério Público do Trabalho, que traz para a sociedade a importância do respeito e da inclusão de pessoas com deficiência. O Senai tem desenvolvido diversos programas de capacitação profissional com ferramentas e métodos que fortalecem ainda mais a empregabilidade dessas pessoas e sua inserção no mercado de trabalho”, explica o diretor regional do Senai-ES, Mateus Simões de Freitas, que também representou a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) no evento.
Dentro da programação oferecida estão painéis de debate, workshops, oficinas, apresentações culturais, exposições artísticas, atrações musicais, exposição de produtos, serviços e equipamentos adaptados, entre outros. Segundo os organizadores, a iniciativa de criar o evento veio da necessidade de incluir pessoas com deficiência no mercado de trabalho por meio da Lei nº 8.213. Popularmente conhecida como Lei de Cotas, foi criada em 1991 e tem como objetivo assegurar às pessoas com deficiência (PCDs) o direito ao trabalho, a lei obriga empresas a contratar um percentual que varia de 2% a 5% de PCDs. Apesar de ter sido criada em 1991, sua regulamentação e fiscalização só ocorreu em 2000.
Inclusão digital

O procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Espírito Santo (MPT-ES), Valério Soares Heringer e o diretor-regional do Senai, Mateus de Freitas
O evento quer chamar atenção também para a necessidade de garantir às pessoas com deficiência mais acesso aos recursos tecnológicos. Para facilitar a independência desse grupo e atenuar as barreiras do conhecimento, os recursos da tecnologia assistiva têm sido fundamentais para o exercício da cidadania e a empregabilidade de pessoas com deficiência.
Uma série de recursos tecnológicos disponíveis tem facilitado o acesso à informação e à comunicação de pessoas com deficiência visual. Entre eles, o dispositivo OrCam MyEye 2.0 tornou-se uma grande referência internacional. O produto é tão inovador que tem sido recomendado inclusive por oftalmologistas.
Desenvolvido por uma startup israelense para dar ainda mais autonomia às pessoas cegas, com baixa visão ou com dificuldade de leitura, o dispositivo de tecnologia assistiva vestível é capaz de fotografar, escanear e reconhecer textos impressos ou digitais, rostos, produtos e código de barras, cédulas de dinheiro, cores, informa a data e a hora, além de possuir outras funcionalidades.
Para o procurador-chefe do MPT-ES, Valério Soares Heringer, o acesso à tecnologia é um direito fundamental da pessoa com deficiência para que tenha melhores condições de saúde, segurança, informação e dignidade. “Dessa forma, a ampliação da oferta de meios tecnológicos capazes de aumentar as capacidades biopsicofisiológicas das pessoas com deficiência é um importante e crescente objetivo do Reconecta”, salienta Heringer.
Igualdade
De acordo com a legislação, empresas com 100 ou mais funcionários devem contratar pessoas reabilitadas ou com deficiência. A porcentagem depende do número de empregados de cada empresa. Por exemplo, empresas que possuem entre 100 e 200 empregados são obrigadas ter em seu quadro 2% de funcionários que sejam PCDs. Já em organizações com um número de 201 a 500 trabalhadores esse percentual sobe para 3%. Quando composta por 501 a 1000 funcionários, a empresa deve ter em seu quadro de funcionários 4% de trabalhadores PCDs. Grandes empresas com mais de mil colaboradores devem ter 5% de PCDs em seu quadro de trabalhadores.
De acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 45 milhões de pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Isso significa que cerca de 24% da população brasileira se encontra em tal condição. No Espírito Santo existe quase um milhão de habitantes com algum tipo de deficiência e em torno de 330 mil pessoas com deficiência severa.
Serviço:
Reconecta: Conferência e Exposição Estadual de Inclusão e Acessibilidade
Quando: Até 22 de setembro
Onde: Boulevard Shopping Vila Velha
Entrada: Gratuita
Programação completa: bitly.com/ProgramaçãoCompletaReconecta
Por Marcella Andrade
Estão abertas as inscrições do Edital de Inovação para a Indústria 2019
Uma das novidades da edição, na categoria Aliança Industrial as propostas são apresentadas por grupos de empresas

Outra novidade desta edição é a categoria Aliança + Produtiva, voltada a empresas participantes do Brasil Mais Produtivo.
Estão abertas as inscrições do Edital de Inovação para a Indústria, que está com novidades nesta edição 2019. Serão escolhidos projetos inovadores em cinco categorias, entre as quais a Aliança Industrial, com um novo modelo de seleção. Nessa modalidade, as propostas devem ser apresentadas por um grupo de empresas. Essa união é para para compartilhar riscos financeiros e tecnológicos.
A Aliança Industrial deverá ser composta por, no mínimo, duas empresas, um Instituto Senai de Inovação ou um Instituto Senai de Tecnologia. Os grupos podem ser formados ainda por instituições de ciência de tecnologia (ICT), universidades, startups e agentes financeiros.
Novidade também no fluxo de recebimento de projetos. Nesta edição, ele passa a ser contínuo nas categorias atribuídas ao Senai, sem datas fixas como anteriormente. Ou seja, a qualquer momento, os consórcios de empresas podem apresentar seu plano de desenvolvimento de novos produtos ou processos. As propostas podem abordar qualquer tema relevante para a indústria brasileira, mas há preferência por projetos nas áreas de bioeconomia e sustentabilidade; fábricas e produtos inteligentes; materiais avançados; tecnologias produtivas e manufatura aditiva.
E não para por aí. Esta edição conta também com a categoria Aliança + Produtiva, voltada a empresas participantes do Brasil Mais Produtivo. Ela foi criada para incentivar essas empresas a continuarem buscando novas formas de elevar sua produtividade. Brasil Mais Produtivo é um programa do governo federal, executado pelo Senai. Em sua primeira fase, três mil empresas tiveram consultoria em técnicas de manufatura enxuta ou lean manufacturing. O foco foi a redução de sete tipos de desperdícios. O resultado foi um aumento médio de produtividade em 52%.
Impacto
O Edital de Inovação para a Indústria é uma iniciativa do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Social da Indústria (Sesi). As propostas selecionadas recebem recursos e apoio para desenvolvimento de uma prova de conceito, passando por processos de validação, de protótipo e de teste na rede de 26 Institutos Senai de Inovação, 58 Institutos Senai de Tecnologia e nove Centros de Inovação Sesi. Desde que foi o Edital criado, em 2004, foram selecionados mais de mil projetos inovadores, nos quais foram investidos mais de R$ 545 milhões.
“O modelo dessa nova categoria do Edital é praticado nos países mais sofisticados em termos de inovação. Quando empresas se unem, concorrentes ou não, o impacto da inovação é muito maior. O escopo do projeto é mais debatido, as questões são mais profundas, a inovação tem muito mais chance de ser disruptiva”, explica o gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do Senai, Marcelo Prim. “O Senai tem o papel de induzir inovação de maior impacto e está fazendo isso por meio do Edital para a Indústria.”

Marcelo Prim, gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do Senai
Os Institutos do Senai também vão atuar como aglutinadores de empresas, especialmente nos casos em que uma companhia possua um bom projeto, mas não faça parte de uma aliança. “Estamos incentivando os Institutos do Senai a fazer um trabalho prévio de aglutinar demandas. Ainda que a empresa não tenha uma aliança, deve procurar o Instituto mais próximo, que pode construir um grupo de empresas com o mesmo interesse para fazer projetos em conjunto”, recomenda Prim.
Exemplos
O Instituto Senai de Inovação em Eletroquímica, em Curitiba, por exemplo, organizou um consórcio de 11 pequenas e médias empresas fabricantes de baterias a fim de desenvolver um novo produto para automóveis com sistema start stop. Cada empresa investiu R$ 110 mil, em parcelas suaves durante dois anos, no projeto com custo total de R$ 3,7 milhões. O principal benefício será sobreviver em um mercado que deve se transformar radicalmente nos próximos anos. Além de investir em um produto estratégico para a sobrevivência do negócio, o consórcio também permitiu a melhoria das baterias de chumbo-ácido que atualmente são comercializadas pelas participantes.
Mantidas
Na edição 2019, o Edital de Inovação para Indústria mantém a categoria Empreendedorismo Industrial, lançada há três anos, e que tem obtido enorme sucesso. Essa modalidade estimula a conexão entre grandes indústrias e startups, micro e pequenas empresas por meio de desafios específicos lançados por empresas consolidadas no mercado.
As instituições-âncora podem apresentar, a qualquer momento, chamadas para seleção de empreendedores. Cada projeto recebe investimento mínimo de 250 mil, podendo a grande empresa, a seu critério, empregar quantias superiores. Até o momento, foram lançados 20 desafios nessa categoria e, selecionadas 100 startups para apresentar soluções inovadoras.
O Sesi, por sua vez, continua a selecionar projetos inovadores em duas categorias. Na modalidade Inovação em Segurança e Saúde no Trabalho (SST) e Promoção da Saúde (PS), o objetivo é selecionar propostas de desenvolvimento de adaptações ou customizações de novas tecnologias, serviços inovadores, soluções nos processos e produtos, aplicados às demandas industriais.
Já a categoria Inovação Setorial em Segurança e Saúde no Trabalho e Promoção da Saúde é direcionada às indústrias de construção, frigorífico, mineração, panificação, automotivo, alimentos e bebidas. Inclui temas como higiene ocupacional; ergonomia; fatores psicossociais; longevidade e produtividade; economia para saúde e segurança; estilo de vida e saúde; tecnologias para saúde e sistemas de gestão em SST. Os projetos serão realizados durante 18 meses, com investimento máximo de R$ 350 mil por proposta para a categoria Inovação em SST e PS e R$ 600 mil para a Inovação Setorial.
Saiba Mais
Por Fiorella Gomes
*Com informações do Portal da Indústria
ARTIGO – Licenciamento ambiental para indústrias capixabas
Já parou para pensar que praticamente tudo o que consumimos só é possível de ser produzido a partir de alguns insumos de fonte exclusivamente natural? Pensando assim, não há dúvidas de quanto nossa relação com o meio ambiente é intrínseca. De maneira geral as indústrias, independente de seus ramos, ao desenvolverem seus processos produtivos interagem com o meio ambiente.
Se dependemos dos recursos naturais para nossa manutenção no Planeta é urgente e necessário pensar em como equilibrar a relação estabelecida entre o meio ambiente e os meios de produção. É ético, responsável e urgente reconhecer a dependência dos recursos naturais para que os meios produtivos possam manter e ampliar seus negócios.
Preservar e conservar o meio ambiente é obrigação de todos, assim como não há produção sem insumo, também não há vida sem os recursos fornecidos pelo meio ambiente saudável. Contudo, mais do que preservar apenas para garantir os meios de produção, é necessário pensarmos nas futuras gerações. Até porque habitamos um Planeta finito, se não nos preocuparmos com o meio ambiente agora, teremos tempo depois?
Muitas empresas “fracassam” ao tentar implantar projetos ambientais, as vezes parece faltar envolvimento da equipe, que nem sempre concede a devida importância aos projetos de cunho ambiental. Muitas empresas ainda se limitam a obter apenas as licenças ambientais, sem nunca avaliar e gerir os impactos socioambientais decorrentes de seus processos produtivos.
Lembre-se de que: adaptar os processos produtivos aos requisitos ambientais faz parte do DNA das empresas responsáveis, conscientes e que buscam inserir as dimensões ambiental, social, cultural e política em sua cultura interna, despertando nas equipes de colaboradores a busca de soluções aplicáveis para os problemas ambientais que ocorrem em seus locais de trabalho durante a execução de suas tarefas.
Frente a esses desafios em obter, manter as licenças e outras exigências relacionadas à área ambiental, o Instituto Senai de Tecnologia em Eficiência Operacional (IST/ES) oferece um leque de serviços especializados na área de meio ambiente, são eles:
- Elaboração de EIA/RIMA;
- Renovação de licenças ambientais;
- Plano de Controle Ambiental – PCA;
- Processos de licenciamento ambiental;
- Desenvolvimento do Plano de Gerenciamento de Efluentes;
- Programa de Educação Ambiental para as Indústrias – PEAI;
- Desenvolvimento do Plano de Atendimento a Situações de Emergência;
- Desenvolvimento do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – PGRS;
- Desenvolvimento do Plano de Gerenciamento de Emissões Atmosféricas.
É importante salientar que para sucesso do trabalho prestado, consultores especializados do IST/ES realizam visita gratuita as empresas interessadas a fim de compreender a real necessidade e oferecer um atendimento customizado.
Por Bruna Neitzel Sepulcri
Ficou interessado e precisa de uma solução adaptada para sua empresa? Entre em contato com o Instituto Senai de Tecnologia em Eficiência Operacional (IST/ES), através dos telefones (27) 3334-5218 ou 98817-7834, e-mail ist@findes.org.br e fale com um de nossos consultores.
Inscrições abertas para as palestras do Vitória Moda 2019
Semana de moda capixaba acontece do dia 23 a 27 de setembro no Edifício Findes e no Ilha Buffet Álvares Cabral. Inscrições são gratuitas

Desfile do Senai Cetiquit durante o Vitória Moda | Ano 11. / Foto: Alexandre Mendonça
Já estão abertas as inscrições para as palestras do Vitória Moda| Ano 12. A semana fashion capixaba acontece de 23 a 27 de setembro na Findes e no Ilha Buffet Álvares Cabral, com o tema “A Moda em (R)evolução”.
Assim, moda consciente, compras inteligentes e o slow fashion são alguns dos temas que vão permear esta edição. Além disso, moda sem gênero, sustentável e acessível também marcam presença neste ano.
Para abordar esses assuntos, o Vitoria Moda escalou um time fera, começando por Patrícia Brazil, fundadora e CEO do Grupo IT BRAZIL, empresa pioneira em conectar marcas com influenciadores digitais no país. Ela faz a palestra de abertura no dia 23 de setembro, às 19h, na Findes, com o tema “A Moda Digital – do analógico ao 5G”.
Já no 24, é a vez da palestra de capacitação “A Roupa e o Ser Sustentável”, com Lilyan Berlim, doutora em Ciências Sociais pela UFRRJ e Mestre em Ciências Ambientais pela UFF. O evento também acontece às 19h.
A última palestra será no dia 27 de setembro, às 16h30, na passarela do Vitória Moda, localizado no Ilha Buffet Álvares Cabral, uma hora antes do último dia de desfiles. Com o tema “Se adaptando às novas ferramentas de divulgação na moda”, a palestra será ministrada pelo fotógrafo Victor De Prá Mota e o produtor audiovisual Rodrigo Psy.
Para se inscrever, acesse vitoriamoda.com/inscricoes. As inscrições são gratuitas.
Desfiles
Os desfiles do Vitória Moda acontecem de 25 a 27 de setembro, no Ilha Buffet Álvares Cabral. Além da passarela, o local também contará com o Espaço Business, com estandes de marcas para venda e relacionamento; e o Espaço Gourmet, com happy hour aberto ao público. O funcionamento dos espaços será das 16h às 23h30.
O Vitória Moda é uma iniciativa do Sistema Findes, realização Premium Marketing Promocional, correalização do Sebrae – ES, patrocínio Master do Senai – ES e patrocínio do Sesi – ES.
Por Fiorella Gomes
*Com informações do site vitoriamoda.com
SENAI conquista primeiro lugar em pesquisa que mede satisfação de pequenas e médias empresas
Feita pelo instituto Officina Sophia a pedido do jornal Estadão, pesquisa ouviu 1,5 mil empresas nas regiões Sudeste, Sul, Centro-oeste e Norte do Brasil, entre abril e maio deste ano
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) ficou em primeiro lugar na pesquisa Escolha PME 2019, que mede o nível de satisfação de pequenos e médios empresários, no quesito serviço de centros de formação profissional.
Realizada entre abril e maio deste ano, a pesquisa feita pelo instituto Officina Sophia, a pedido do jornal Estadão, ouviu 1.500 empresas, e o índice de satisfação com o SENAI, que em 2018 ficou em 93 pontos, este ano, chegou a 95 pontos, sendo a fornecedora mais bem avaliada de toda a pesquisa.
Para o gerente-executivo de Educação Profissional do SENAI, Felipe Morgado, o índice de satisfação levantado pelo estudo é reflexo de ações recentes, buscando cada vez mais a oferta de cursos que possam atender as demandas da Indústria 4.0, de olho nas profissões do futuro.
“Esse resultado comprova a eficácia do nosso esforço em buscar a excelência na formação profissional, desde novas tecnologias industriais, como em metodologias inovadoras, aplicadas na educação profissional”, explica.

O SENAI é referência internacional em educação profissional
A pesquisa mostrou ainda que 75% dos entrevistados priorizam o serviço como critério de escolha quando vão buscar um centro de formação profissional.
Dentre as entrevistadas pela pesquisa, foram ouvidas empresas de pequeno e médio porte da indústria, comércio e serviço nas regiões Sudeste (com 63% dos entrevistados), Sul (13%), Centro-oeste (5%), Norte (6%), e Nordeste (12%).
ARTIGO – A influência da tecnologia na produção e competitividade das empresas

O setor industrial está em uma escala ascendente com o uso de novas tecnologias utilizadas principalmente nos processos no setor produtivo. O sensoriamento e a análise de dados para a tomada de decisão em tempo real, vem se tornando essenciais para tomada de decisão e acompanhamento da linha de produção que seu crescimento vem ampliando e tornando mais sólido ao longo do tempo.
Atualmente a internet permite o armazenar, processar e analisar as informações baseadas em parâmetros pré-estabelecidos, tornando assim processos e máquinas mais flexíveis e adaptáveis com as variações das demandas. Uma das grandes vantagens da tecnologia é o monitoramento em tempo real dos processos, além de verificações de qualidade mais precisa, tornando assim ajustes mais rápidos, garantindo que o processo mantenha um fluxo constante com o mínimo de falhas possíveis, ganhando competitividade à frente das outras empresas.
Para sustentar a inovação tecnológica é preciso alinhar-se ao conceito de melhoria constante, que compreende a busca contínua por melhores recursos físicos e humanos, bem como por novas inovações produtivas. Deste modo, a organização que conseguir acompanhar esse ritmo de melhorias será recompensada com uma sólida vantagem competitiva, baseada em alguma característica operacional ou em flexibilidade no processo produtivo (GONÇALVES; FILHO; NETO, 2006).
Duas novas áreas de negócio têm surgido na era da indústria 4.0, que são:

A Digitalização da manufatura permite ter uma visão de toda a planta em tempo real (incluindo instalações, processos e equipamentos) permitindo que o gestor consiga identificar os principais pontos estratégicos, criando um layout mais funcional, dentre outros benefícios.
O sensoriamento para controle da produção, na palma das mãos, é essencial para uma empresa se manter competitiva, pois em tempo real é possível ser alertado sobre a quantidade produzida, tempo de setup ou quantas vezes a máquina esteve parada. O gestor consegue ter ações ágeis com soluções integradoras com o restante da equipe otimizando a produção, controlando as perdas e monitorando cada etapa do processo, garantindo a tomada de decisão, que são fundamentais para se destacar no mercado.
Como suporte para as indústrias que desejam alcançar a era 4.0 e nesse papel fundamental de crescimento do mercado capixaba, o Instituto Senai de Tecnologia em Eficiência Operacional (IST/ES) vem atuando de forma direta para aumentar e promover o acesso às soluções e tecnologias.
A atuação do Senai alcança todo o estado, especialmente em função de suas ações móveis, e 18 (dezoito) áreas industriais: Alimentos e Bebidas, Automotiva, Automação, Construção Civil, Couro e Calçado, Gestão, Gráfica, Metalmecânica, Eletroeletrônica, Refrigeração e Climatização, Tecnologia da Informação, Madeira e Mobiliário, Meio Ambiente, Minerais não-metálicos, Petróleo e Gás, Polímeros, Segurança no Trabalho e Têxtil e Vestuário.
Solimar Teixeira da Silva e Simere Mendes Cardoso
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Tel: (27) 3334-5218 ou 98817-7834
E-mail: ist@findes.org.br
Veja em detalhes a programação da inauguração do Findeslab
A espera acabou! Chegou a hora de conhecer o Findeslab, o hub de inovação da indústria capixaba. O espaço inicia suas atividades já a partir da próxima semana e promete ser o ponto focal para apoiar empresas e empreendedores em todo o processo de inovação, dos desafios às soluções.
Para apresentar o local e o funcionamento das diversas linhas de atuação, serão realizados diversos eventos para todos os interessados em conhecer o Findeslab. A programação já começa na segunda-feira (2), às 9h30, com um encontro com os colaboradores do Sistema Findes, em uma edição especial #SouFindes, para alinhar a atuação e comemorar mais esta ação da federação em torno do seu objetivo prioritário: dar acesso a indústria ao que a deixa mais forte e competitiva.
Já na terça-feira (3), às 17h30, o Findeslab é palco da 1ª edição do Open Innovation BR em Vitória. O grupo, que conta com mais de mil colaboradores em diversas localidades, promove eventos, encontros e discussões em que compartilha práticas de inovação aberta entre grandes empresas e atores do Ecossistema de Inovação.
Na quarta-feira (4), às 16h, é a vez dos conselheiros do Sistema Findes, fundamentais para o sucesso do empreendimento, conhecerem as instalações e o detalhamento das operações do Findeslab.
O presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Robson Andrade, representantes do Governo do Estado e outras autoridades também foram convidados para uma solenidade de abertura oficial, seguida de entrevista coletiva na quinta-feira (5), às 9h.
Conexão Cindes: convidados direto do vale do Silício
A quinta-feira também é o dia do lançamento oficial para a sociedade, com edição internacional do Conexão Cindes, às 17h, que recebe Rick Rasmussen. Professor na Universidade da Califórnia de Berkeley e responsável pela área de empreendedorismo, ele é nativo do Vale do Silício com experiência direta na indústria, governo, capital de risco e academia.
O encontro também recebe Glória Hunt, executiva do consulado Geral do Brasil em São Francisco, responsável por assessorar empresas brasileiras em todas as etapas de crescimento sobre como assimilar o modo de fazer negócios no Vale do Silício e diferentes abordagens para a inovação.
Programa de Empreendedorismo Industrial
Um dos momentos mais esperados da inauguração do Findeslab é o lançamento do Programa de Empreendedorismo Industrial, que é baseado em inovação aberta com desafios de grandes empresas que serão conectados à soluções propostas por startups, com co-criação e desenvolvimento conjunto . O evento está marcado para sexta-feira (6), às 17h, e será aberto ao público. São esperados representantes de indústrias e do ecossistema de inovação do Espírito Santo.
Participe conosco!
Inscreva-se para a 1ª edição do Open Innovation BR em Vitória, no dia 03 de setembro, às 17h30.
Inscreva-se para o Conexão Cindes, no dia 05 de setembro, às 17h30h.
O Findeslab está online
Você já pode acompanhar todas as informações do Findeslab no nosso site! Notícias, área para submissão de projetos, cadastro de demandas das indústrias, além de um sistema de agendamento para visitas guiadas ao espaço do Findeslab! Também estamos nas redes sociais! Conecte-se conosco e fique por dentro de tudo o que acontece no hub de inovação para a indústria!
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Por Elaine Maximiniano
BRASIL CONQUISTA O 3º LUGAR GERAL NA WORLDSKILLS 2019, MUNDIAL DE PROFISSÕES TÉCNICAS

Brasil na WorldSkills 2019. Chegada de brasileiros a Kazan.rKazan, Russia 20.08.2019 – Foto: José Paulo Lacerda
Resultado foi anunciado nesta terça-feira (27), em Kazan, na Rússia. Desde 2007, Brasil está entre os cinco melhores do mundo na competição. Delegação brasileira contou com 63 jovens, 56 deles treinados pelo Senai
O Brasil fez bonito, mais uma vez, e ficou entre os países com a melhor educação profissional do mundo. A delegação brasileira de 63 jovens conquistou o terceiro lugar no ranking geral de pontos da WorldSkills, a olimpíada mundial de profissões técnicas. A grandiosa cerimônia de entrega de medalhas e encerramento ocorre, nesta terça-feira (27), na Arena Kazan, um dos estádios da Copa do Mundo realizada pela Rússia.
Após quatro dias de provas em 56 modalidades que reproduziram o dia a dia do mercado de trabalho, os brasileiros conquistaram duas medalhas de ouro, cinco de prata, seis de bronze, assim como 28 certificados de excelência, em áreas estratégicas para a indústria do futuro. O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), que é a instituição brasileira oficial na competição, treinou 56 jovens e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) foi responsável por outros sete.
Nesta edição, 1.354 jovens de 63 países participaram do torneio. A China, que sediará a próxima WorldSkills, em 2021, na cidade de Xangai, veio com força total e ficou em primeiro lugar no ranking de pontos totais. A Rússia, a anfitriã do torneio, abocanhou a segunda posição. A Coreia do Sul ficou em quarto. A delegação brasileira tem se estabelecido entre as equipes mais vitoriosas da competição. Foi a grande campeã quando o evento ocorreu em São Paulo, em 2015, pela primeira vez em um país da América Latina. Na última edição, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, alcançou o segundo lugar.
“O resultado, para o Brasil, demonstra o alto nível de excelência da educação profissional brasileira. Além do número de medalhas, o padrão de qualidade que nós demonstramos, nesta edição, em Kazan, em 73% das ocupações, o Brasil estabeleceu um padrão de excelência. Ou seja, a cada quatro competidores brasileiros, três têm referência da WorldSkills, o que é muito bom, o que nos coloca entre os melhores do mundo”, avalia o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, que é delegado brasileiro na organização internacional que leva o mesmo nome da competição.
Segundo Lucchesi, o Brasil, como nação, precisa refletir sobre os resultados da competição e alterar sua matriz educacional para investir mais em educação profissional. Além de sediar a competição mundial, a educação profissional faz parte do projeto do país governado por Vladimir Putin. Neste momento, os russos reformam escolas em suas 85 regiões autônomas para ampliar e fortalecer o ensino técnico.
“Os jovens competidores brasileiros são vencedores, entre outras razões, porque fizeram educação profissional. São exemplos que colocam para nós a importância do ensino técnico, para a inserção do jovem no mercado de trabalho, para o primeiro emprego, para a produtividade do trabalho, para a competitividade da economia e para uma política social mais justa e mais equânime”, explica o diretor-geral do SENAI.
A WorldSkills é o maior torneio de educação profissional do planeta. A cada dois anos, jovens de até 22 anos disputam medalhas de ouro, prata e bronze em um país diferente. Cada ocupação tem provas específicas, nas quais os competidores precisam demonstrar habilidades individuais e coletivas e realizar provas em padrões internacionais de qualidade.

ARTIGO – Vamos Falar de Produtividade?

Muito se ouve falar em produtividade e que as empresas precisam aumenta-la para se manter no mercado, dados estatísticos corroboram com essa máxima, quando apresentam que o Brasil está muito a quem no ranking de países produtivos, onde 4 brasileiros possuem a produtividade de 1 americano, e falando de países vizinhos nossos, são 2 brasileiros para um trabalhador chileno ou argentino.
Então, ficam as perguntas: Como competir no mercado interno e externo com esse déficit? Como reduzir custos sem perder a qualidade do meu produto? Isso porque, na maioria dos casos o preço do produto já está imposto pelo público alvo, então, trabalhar os custos sem comprometer a qualidade de seu produto é algo desejado, porém de difícil aplicação dentro das empresas.
Quando falamos de aumento de produtividade não podemos confundi-lo com aumento de produção. Aumento de produção é quando a empresa usa mais recursos (matéria-prima, mão-de-obra, capacidade de máquina, tempo, etc) e produz mais produtos, ou seja, diretamente proporcional. Já a produtividade, trabalha no caminho inverso, quando você usa menos recursos para produzir a mesma quantidade. Isso gera redução de custo e aumento de competitividade.
Uma forma de se elevar a produtividade é o uso dos fundamentos do Sistema Toyota de Produção (STP), tais fundamentos nasceram no pós-guerra quando o Japão precisava se reerguer por ter sido devastado pelo pais inimigo.
Por se basear em medidas simples e sem grandes investimentos as ferramentas do STP deixam os processos mais enxutos, daí vem o termo Lean Manufacturing ou Manufatura enxuta. Quando as ferramentas Lean certas são aplicadas nos processos, elas tendem a reduzir o uso de recursos e consequentemente aumentar sua produtividade.
A grande dificuldade das empresas hoje não está em reconhecer a eficiência das ferramentas Lean ou a sua aplicabilidade, e sim na mudança de cultura organizacional para a continuidade dos programas e uso das ferramentas.
A mudança de cultura deve ser algo gradual e contínuo, e enxergando as dificuldades da indústria capixaba, o Instituto Senai Tecnologia em Eficiência Operacional (IST/ES), desenvolveu um produto, denominado Mentoria Lean, que vem auxiliando as empresas nesta caminhada, de mudança de cultura organizacional, em forma de uma pirâmide invertida, onde o engajamento começa pela gestão da empresa e por ela levada ao operacional. A Mentoria Lean, vem com uma proposta diferente, onde o conhecimento é transferido através de tutoria e a aplicação Lean Game a uma equipe multidisciplinar da empresa.
Os consultores do IST/ES então tutoram e apresentam as equipes as ferramentas para a solução dos desperdícios, apontando melhorias de baixo ou nenhum custo com alto nível de impacto na elevação da eficiência produtiva.
Através do envolvimento dos colaboradores em todas as etapas do programa e seus gestores como agentes de mudança, os resultados são muito expressivos. O envolvimento dos gestores faz toda a diferença para que aconteçam as desejadas mudanças, pelo exemplo.
Ficou interessado em conhecer mais sobre o programa de Mentoria Lean e ter acesso aos depoimentos de empresários que já aderiram ao programa? Entre em contato com o Instituto Senai de Tecnologia em Eficiência Operacional (IST/ES), através dos telefones (27) 3334-5218 ou 98817-7834, e-mail ist@findes.org.br e fale com um de nossos consultores.
Myrna Campos Patriota Oliveira
Artigo – Indústria 4.0: o monitoramento da eficiência operacional para melhoria contínua
A quarta revolução industrial se apresenta como o próximo paradigma da indústria para atender as necessidades do mercado. As principais características desse conceito estão relacionadas aos sistemas de sensoriamento, monitoramento, computação em nuvem e trocas de dados em tempo real.
A capacidade de tomada de decisão a partir de cenários variados, fundamentada em dados obtidos pelos sistemas inteligentes, promove vantagem competitiva por ser capaz de atuar de maneira descentralizada e atendimento individual de necessidades de clientes, motivada pelo potencial flexível que essas fábricas possuem.
Pesquisas mostram que a indústria brasileira se encontra em estágio embrionário quando se fala em Indústria 4.0. 43% das empresas desconhecem tecnologias capazes de aumentar sua competividade no setor industrial. Diante dessa situação e reconhecendo a importância da temática, a Agenda Brasil para a Indústria 4.0 promove um conjunto de iniciativas visando incentivar o desenvolvimento das tecnologias 4.0 na indústria brasileira.
A indústria 4.0 pode ser dividida em níveis como mostra a Figura 1. O primeiro nível é responsável pela interface das conexões inteligentes e nele deve ser feita a aquisição de dados de produção através de sensores e sistemas de produção. Esses dados devem ser trabalhados no segundo nível a fim de gerar informações capazes de tomada de decisão e avaliação de performance. No nível 3, os dados e informações são concentrados em um sistema centralizado que aumenta o suporte para tomada de decisões. O nível 4 permite simulações em tempo real das tomadas de decisão através da digitalização da rede industrial, e por fim, no quinto nível há o retorno dos dados de ambiente virtual para o físico, atuando com sistema de controle e supervisório.

Figura 1: Arquitetura de Níveis da Industria 4.0
É fundamental que sejam implantados índices alinhados às estratégias da empresa que sejam capazes de representar a eficiência e produtividade dos recursos fabris. Uma metodologia fácil e rápida de ser implantada, e que representa os principais índices produtos de maneira satisfatória, é o indicador Eficiência Global do Equipamento (OEE – Overall Equipment Effectiveness).
O indicador OEE mensura a eficiência de equipamentos baseado em três conceitos inter-relacionados, sendo eles: Performance de Equipamentos, Disponibilidade de Máquina e Qualidade.
OEE (%) = Disponibilidade X Performance X Qualidade
Para cada uma dessas taxas há diversas perdas que podem ser associadas. Na DISPONIBILIDADE são contabilizadas as paradas por quebras, falhas, setups, regulagens e ociosidade de produção. Já para a PERFORMANCE, estão a perda de velocidade nominal e pequenas paradas de máquina, consequência da ausência de fluxo continuo. Refugos e retrabalhos são contabilizados para obtenção da taxa de QUALIDADE.

Figura 2: Indicadores para cálculo do OEE
O OEE pode ser calculado de maneira automatizada através de ferramentas e tecnologias de baixo custo da Industria 4.0. O Instituto Senai de
Tecnologia em Eficiência Operacional (IST/ES) está
promovendo a consultoria Manufatura Avançada, capaz de contribuir para que as indústrias implementem sistemas que possibilitem a melhoria contínua da sua produtividade através da tomada de decisão baseada nos indicadores gerados. Os dados são transmitidos em uma plataforma on-line que permite o acompanhamento da produção em tempo real pelos gestores.
Nos projetos pilotos realizados entre 2018 e 2019, as empresas obtiveram como principais resultados um maior conhecimento da realidade de sua produção, com redução do tempo de paradas, aumento de produtividade e performance de máquina, capacitação de funcionários, além da implantação e consolidação do sistema de melhoria contínua.
Ficou interessado e precisa de uma solução adaptada para sua empresa? Entre em contato com o Instituto de Tecnologia do Senai Espírito Santo (IST/ES), através dos telefones (27) 3334-5218 ou 98817-7834, e-mail ist@findes.org.br e fale com um de nossos consultores.
Gabriel da Silva Lecchi










Realizado de forma coletiva, o programa de mentoria aplica as ferramentas do
O Senai já ajudou muitas indústrias de todo o Estado a implementar a Cultura Lean e melhorar a Eficiência Operacional, e pode ajudar a sua também.
Uma solução que traz resultados rápidos de aumento de produtividade, diminuição de custos e redução de desperdício. Além disso, a implantação de Manufatura Enxuta é uma mudança de cultura que permite às empresas fazerem melhorias contínuas de baixo custo que aumentam a qualidade dos produtos e a competitividade da empresa.








